O pesadelo do laptop no avião
O número de notebooks (e agora também de netbooks) só cresce nos aviões. E isso é uma boa notícia. Ou deveria ser. Porque de vez em quando a gente depara com alguém que extrapola o bom senso... Já aconteceu com você? Veja alguns exemplos: SOM PARA AS MASSAS * Taí um dos capítulos mais delicados, o som do laptop. Ok, o passageiro estava só respondendo e-mails offline, mas não custava desabilitar o volume para não ficar compartilhando os alertas de sistema... * Sim, tem gente que ouve música, joga e vê filmes sem fones. Mas esse tópico não precisa nem comentar, né? * Fone no ouvido, som no vizinho. Pouca gente viaja com um fone super sofisticado, que realmente mantém o som só nos seus ouvidos. Então, nada de extrapolar no volume e infernizar o vizinho. * Efeito karaokê. Com o fone no ouvido, o passageiro nem percebe que está cantando... SOU ESPAÇOSO. E DAí? * Espaço não é exatamente um bem em abundância no avião, então dependendo do tamanho do notebook do vizinho, acaba sobrando para você mesmo. INSÔNIA ON-BOARD * Está todo mundo dormindo no vôo, mas o passageiro do lado não. Ele trabalha empolgadamente no notebook. E ilumina a cabine. Será que daria para diminuir o brilho da tela? OPS, INFORMAÇÃO CONFIDENCIAL * Uma vez viajei do lado de um passageiro que estava trabalhando no plano de marketing da empresa, lotado de números... Já imaginou se eu fosse um concorrente dele? Nessas horas, vale a pena investir num filtro de tela para notebook. Ele bloqueia a visão de quem está do lado da tela (é como se o laptop estivesse desligado) e dá um reforço na privacidade. E você, já passou por algum outro caso? Os comentários estão abertos. Crédito da foto: Flickr/mrkathika
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- Débora Fortes
- 29/06/2009 - 13:34
Vai aí um modem WiMAX?
Enquanto os modems 3G vão virando febre por aqui, em Atlanta os notebooks também começam a circular com modems WiMAX. A cidade americana estreou uma nova rede WiMAX, da operadora de banda larga Clearwire Communications. O sinal cobre parte da chamada Metro Atlanta, a área metropolitana. Segundo a operadora, são cerca de 1 931 quilômetros quadrados de cobertura. O serviço já vinha sendo testado há seis semanas e agora entrou em operação comercial. Segundo a Clearwire, a velocidade de download deve variar de 4 Mbps a 6 Mbps, podendo chegar a picos de 15 Mbps. O acesso ilimitado por WiMAX sai a 50 dólares por mês. crédito da foto: Evilarry
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- Débora Fortes
- 16/06/2009 - 22:39
Def Leppard ataca de Bluetooth nos shows
Def Leppard: clipes, ringtones e papéis de parede no celular Na nova turnê da banda inglesa Def Leppard nos Estados Unidos, que começa no dia 23 de junho, o Bluetooth e o Wi-Fi vão entrar em ação. A ideia é oferecer aos fãs conteúdo sobre a banda por meio do celular. Serão papéis de parede, clipes de vídeo e o que eles chamam de voice-tones, ringtones com a voz dos integrantes do Def Leppard. O show também deve contar com interação por SMS. Para quem já está se perguntando se o Brasil está nos planos do Def Leppard, por enquanto nem sinal no site oficial da banda. A turnê americana deve acabar no comecinho de setembro. crédito da foto: Weatherman90/Wikimedia Commons
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- Débora Fortes
- 12/06/2009 - 09:30
Hotspot dentro do carro
Routan, da Volkswagen: Wi-Fi entre os opcionais Se você andou duvidando das pesquisas que apontam que a conectividade vai ser um dos itens em alta nos carros até 2012, aqui vai mais um exemplo. Nos Estados Unidos, a Volkswagen está colocando o Wi-Fi como um dos recursos extras de sua minivan Routan. Para isso, os clientes instalam um roteador da empresa Autonet Mobile, que também fornece o dispositivo para modelos da Chrysler, Dodge e Jeep. O sinal chega por 3G ou 2,5G, dependendo do lugar por onde o carro estiver passando. A assinatura mensal do serviço de internet começa em 29 dólares, para um tráfego de 1 GB.
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- Débora Fortes
- 09/06/2009 - 18:49
Na Irlanda, o ônibus é Wi-Fi. E de graça
Dublin: Wi-Fi de graça nos ônibus A Irlanda está virando um benchmark na oferta de conexão sem fio dentro dos ônibus. Cada vez mais companhias estão instalando o sistema para os passageiros - e sem cobrar nada. O sinal chega ao ônibus por 3G (algumas empresas usam cartões de duas operadoras para garantir) e é distribuído por um roteador. Uma matéria do The Post.IE mostra o que anda acontecendo por lá. Segundo a reportagem, a maior empresa de ônibus privada no país, a JJ Kavanagh & Sons, já oferece Wi-Fi em toda a sua frota. E os concorrentes estão se mexendo. A Mattews Coaches, por exemplo, tem Wi-Fi em 23 dos seus ônibus. Em dois meses, o sistema foi usado 5.160 vezes, por 1.154 pessoas. Em média, as conexões têm velocidade nominal de 3,6 Mbps (algumas são de 7,2 Mbps). Na prática, a velocidade fica entre 1 e 2 Mbps. Segundo o The Post.IE a ideia é que cada roteador suporte 10 usuários, cerca de 10% da capacidade do ônibus. Crédito da foto: Flickr / féileacán
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- Débora Fortes
- 08/06/2009 - 11:51
Morador de rua, mas com laptop
Blog do The Wall Street Journal: sem casa e sem fio O Photo Journal, do The Wall Street Journal, postou nesta semana um ensaio fotográfico bem inusitado: o uso de laptops e da internet entre moradores de rua. Um deles, o que aparece no browser aí em cima, é identificado Mr. Pitts e tem 37 anos. Mora nas ruas da cidade de São Francisco há dois anos. Mr. Pitts tem perfis no Facebook, no MySpace e no Twitter. E já montou um mapa de onde encontrar tanto Wi-Fi aberto como energia para alimentar o laptop, ao mesmo tempo. Outro personagem do ensaio, Michael Ross, vive na rua há 15 anos e carrega seu laptop em um gerador próprio. Segundo o blog, ele gasta de 4 a 5 dólares por dia em gás e a conta de internet chega a 66 dólares por mês. Vale a pena dar uma olhada nas imagens bacanas, feitas pelo fotógrafo Brian L. Frank, em http://blogs.wsj.com/photojournal/2009/06/04/homeless-and-online-in-san-francisco.
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- Débora Fortes
- 05/06/2009 - 19:04
Até ponto de ônibus terá Wi-Fi em São Francisco
São Francisco: Wi-Fi enquanto o bonde não vem A cidade de São Francisco, na Califórnia, começou a ganhar novas coberturas para os tradicionais pontos de ônibus. E bem tecnológicas. Para começar, o teto traz um painel solar para alimentar a iluminação, que é baseada em LED. Percursos, horários e informações de trânsito aparecem nos displays - ou em um sistema push to talk para os deficientes visuais. Nos primeiros protótipos instalados, também estão sendo testados roteadores Wi-Fi, para navegar em notebooks e smartphones enquanto o bondinho ou o ônibus não vem. Se tudo funcionar bem, a conexão Wi-Fi vai virar padrão nos novos pontos de ônibus. O plano de São Francisco é instalar 1 100 dessas coberturas até 2 013. No quesito design, elas foram inspiradas na geografia da cidade, com suas charmosas ladeiras. Os protótipos têm teto vermelho, em formato de ondas (não consegui fotos com licença Creative Commons para postar aqui, mas dá para ver várias no Inhabitat, um site especializado em design). Boa parte da estrutura usa material reciclado. Ok, é a típica notícia para morrer de inveja por aqui - e ponto. Quantos dias ia durar um display no ponto de ônibus numa grande cidade brasileira? E abrir o notebook no meio da rua então... Pena. Crédito da foto: Flickr/Breathtaking Photos Crédito da foto: kxande2/Flickr (ops, a foto anteriormente publicada aqui foi feita pelo kxande2 para mostrar as semelhanças entre São Francisco e Lisboa, onde foi feito o clique)
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- Débora Fortes
- 03/06/2009 - 19:27
Antes sem comida do que sem Wi-Fi
Wi-Fi no aeroporto: a gente não quer só comida O que é mais importante num aeroporto: a comida ou a conexão sem fio? Para a maior parte dos passageiros, a resposta é o Wi-Fi, segundo uma pesquisa feita em conjunto pela HP e pela American Airlines. O estudo ouviu 1582 passageiros que voaram mais de 20 vezes no último ano, em pelo menos três companhias aéreas - ou seja, os chamados frequent flyers -, com entrevistas feitas entre os dias 16 e 26 de fevereiro. Entre os pesquisados, mais de 90% viajam com notebook e telefone celular. Para 47% deles, o Wi-Fi é o recurso mais importante num aeroporto. Apenas 30% deram como primeira opção a comida. No outro extremo, 67,7% dos entrevistados apontaram como a pior dor de cabeça do aeroporto a questão da bateria. O problema se concentra em duas questões: a bateria que acaba (41,4%) e ausência de tomadas para carregá-las (26,3%). Para 24% dos viajantes, uma tomada é o recurso de tecnologia mais bem-vindo dentro do avião. Crédito da foto: bk86a
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- Débora Fortes
- 26/05/2009 - 18:19
Windows 7 terá recurso para usar dois hotspots ao mesmo tempo
E vem aí uma novidade quente na área de redes sem fio no Windows 7. Segundo o blog istartedsomething.com, o release candidate do sistema operacional já inclui um recurso que permitirá dividir o cartão Wi-Fi de um micro em dois. E para que serve isso? Vai dar para se conectar a dois hotspots ao mesmo tempo. Isso é útil, por exemplo, para quem usa uma rede sem fio para compartilhar a conexão e precisa acessar outro hotspot para trocar arquivos. Segundo o blog, o recurso ainda não está aparente para quem baixou o RC do Windows 7 por um problema de suporte aos drivers. A própria Microsoft já colocou na web mais informações sobre os recursos de Wi-Fi no sistema operacional. Para baixar o arquivo em PowerPoint, clique aqui. Crédito da foto: Creative Commons /colorblindPICASO
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- Débora Fortes
- 20/05/2009 - 12:09
Você cobraria o Wi-Fi do seu melhor amigo?
No corredor do Hoxton: dentro do hotel ninguém precisa apelar para o Wi-Fi do vizinho A pergunta aí do título é a forma como o modernoso hotel The Hoxton Urban Lodge, de Londres, encontrou para dizer aos hóspedes quais são as tarifas para o uso de Wi-Fi. Ou seja, lá a internet é de graça. De hotel para hotel, a política de cobrança pelo Wi-Fi varia absurdamente. Nas grandes redes, o mais comum é vender cartões de acesso, válidos por um determinado período - 24 horas ou mais, com desconto progressivo. E lá se vão no browser dólares, euros, libras e companhia. Em outra ponta, vários hotéis, principalmente os menores, vêm aderindo ao Wi-Fi gratuito. Há pouco menos de um ano já discuti aqui no blog essa questão da cobrança do Wi-Fi, e o assunto continua atualíssimo. A internet não virou commodity? Se ninguém cobra separadamente pelo uso da água e da luz no quarto, por que o Wi-Fi tem de ser um item extra? Até porque, diferentemente da água e da luz, que têm uma conta varíavel de acordo com o consumo, a banda larga acaba sendo uma despesa fixa para o hotel. Recebi a dica do Wi-Fi livre do Hoxton de uma amiga jornalista que esteve lá neste mês. Quando entrei no site para investigar, descobrir mais uma coisa. Além da internet, ninguém precisa pagar nada para usar a impressora do business center – ops, centre, para os ingleses. Sim, os turistas podem imprimir relatórios, mapas e outras indicações de graça (desde que não exagerem, diz o hotel). Para isso, é só preencher um formulário pela web. "Claro que a gente não espera que o nosso hóspede traga uma impressora na bagagem", o bem-humorado site do hotel.
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- Débora Fortes
- 14/05/2009 - 17:34
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