Microsoft tira do ar anúncio com vômito
Comercial do Internet Explorer 8: se você se impressiona com cenas nojentas, não clique nele! O vídeo de divulgação do Internet Explorer foi apontado como o pior já feito por uma empresa de tecnologia. O vídeo mostra um casal tomando café-da-manhã. A mulher pede o notebook do marido emprestado e, quando olha para a tela, passa mal e vomita. O homem, então, levanta-se, escorrega no chão melecado e cai. A mulher continua vomitando sobre ele. O anúncio é sobre o modo de privacidade do IE8, que não deixa registro no Histórico de navegação. Supostamente, o marido andou navegando por sites inconfessáveis e esqueceu-se de apagar os rastros. A cena é de um mau gosto terrível. Recebeu tantas críticas que a Microsoft resolveu tirar o filme do ar. O vídeo, chamado de OMGIGP (Oh My God, I'm Gonna Puke - Meu Deus, vou vomitar) era parte de uma série de quatro, todos estrelados pelo ator Dean Cain, que atua como narrador. Esses comerciais foram produzidos pelo pessoal que criou o Mojave Experiment; não pela turma que desenvolveu a série Laptop Hunters. O projeto tem seu próprio site, onde a Microsoft também anuncia que, para cada cópia do IE8 baixada, via doar oito refeições à instituição de caridade Feeding America. O site ainda permite que o usuário crie e publique seu próprio filme publicitário sobre o IE8. E, por incrível que pareça, algumas pessoas realmente fizeram isso. No site oficial, o OMGIGP, não está mais presente. No lugar dele, aparece a mensagem "Coming soon". Há, também, um canal oficial no YouTube. Mas, quando se tenta entrar no endereço onde estava o OMGIGP nele, aparece a mensagem "Vídeo removido pelo usuário". Mas, como geralmente acontece nesses casos, outras pessoas republicaram o vídeo no YouTube. Por isso, você ainda pode vê-lo acima. Mas não clique nele se você for do tipo de se impressiona com cenas nojentas.
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- Maurício Grego
- 03/07/2009 - 10:44
Microsoft manda MSN Web Messenger para o túmulo
Mensagens no WL People: sucessor do MSN Web Messenger O serviço de mensagens instantâneas na web está sendo substituído por um recurso equivalente no Windows Live. O MSN Web Messenger permitia o envio de mensagens instantâneas na web, sem a necessidade de instalar o Windows Live Messenger. Essa é uma opção interessante, por exemplo, para pessoas que não têm autorização da empresa onde trabalham para usar o WL Messenger. Em substituição ao MSN Web Messenger, a Microsoft oferece opções para troca de mensagens instantâneas no Hotmail e no serviço Windows Live People - a lista de contatos do Windows Live. Ao que parece, esse é mais um passo da Microsoft no sentido de unificar seus serviços online sob a marca Windows Live. No WL People, o recurso é ativado por meio de uma opção no canto superior direito da janela. Depois, basta clicar na imagem de um contato e escolher Send an Instant Message. A lista de contatos usa molduras coloridas para mostrar quais contatos estão online ou não, como no WL Messenger. No entanto, diferentemente do que acontece no Messenger, os contatos, no People, não são agrupados em categorias. Eles aparecem numa lista única, o que não é muito prático. Pode ser necessário percorrer várias páginas para encontrar um nome específico. Ainda assim, o recurso quebra um galho na hora de trocar mensagens num micro que não tem o Messenger instalado.
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- Maurício Grego
- 02/07/2009 - 10:56
Para o Greenpeace, Microsoft polui demais
O "poluômetro" do Greenpeace: a pior é a Nintendo, e, a melhor, a Nokia A empresa é uma das mais mal colocadas no ranking de fabricantes de eletrônicos divulgado hoje. Oficialmente chamado de Guia da Eletrônica Verde, o relatório trimestral do Greenpeace existe desde 2006. Para receber uma boa avaliação nele, o fabricante precisa cumprir três objetivos: - Fabricar produtos sem substâncias tóxicas.
- Reciclar os aparelhos quando eles se tornam obsoletos.
- Reduzir o impacto climático das suas operações.
Na edição mais recente, publicada hoje, a Microsoft aparece em 15º lugar entre 17 fabricantes, com nota 2,5. É a mesma posição da edição anterior, liberada em março, mas a empresa perdeu 0,2 ponto por causa da sua fraca política de reciclagem. Vale lembrar que a ênfase do Greenpeace é na fabricação de hardware. No caso da Microsoft, isso significa Xbox e acessórios como mouse, teclado e webcam. A Microsoft vai razoavelmente bem quando o assunto são resíduos tóxicos e tem pontuação mediana no item energia. Cerca de 24,4% da energia consumida pela empresa vem de fontes renováveis. O problema é o lixo eletrônico. Segundo o Greenpeace, a Microsoft não se responsabiliza pela reciclagem dos produtos depois que sua vida útil termina. Como já acontecia antes, a lanterninha da lista do Greenpeace é a Nintendo. Com nota 1, ela é a mais poluidora entre as 17 empresas. Também estão em posições vergonhosas Fujitsu, com nota 2,4, e Lenovo, com 2,5. A Lenovo - assim como a HP e a Dell - foi penalizada neste trimestre por não ter cumprido promessas relacionadas com TI verde. Merecem aplausos Nokia, com nota 7,45, e Samsung, com 7,1. As duas lideram o movimento rumo a uma indústria de eletrônicos mais amigável ao meio-ambiente.
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- Maurício Grego
- 01/07/2009 - 12:10
Fãs do Windows boicotam Opera
Campanha contra a Opera: a empresa processa a Microsoft na Europa e está ganhando a briga Para a turma do site JCXP, a Microsoft tem todo o direito de entregar o IE com o Windows. A história já é conhecida. A Opera Software iniciou um processo contra a Microsoft na Europa. A alegação é que a inclusão do Internet Explorer no Windows prejudica a ela e outros produtores de browsers. Mais tarde, Mozilla e Google aderiram à causa e passaram a acusar a Microsoft também. A União Europeia deu ganho de causa à Opera e seus aliados. A Microsoft, agora, pode ser obrigada a remover o Internet Explorer do Windows 7 que será vendido naquele continente, ou a incluir outros navegadores no sistema operacional. O canadense David Taraso, diretor do blog JCXP, não gostou da história. Ele iniciou uma campanha em seu site pelo boicote à Opera Software e vem conquistando adesões. Como se sabe, os tribunais têm sido um importante campo de batalha para as empresas de informática. O Google processa a Microsoft pela inclusão de um mecanismo de busca no Windows. A Microsoft contra-ataca processando o Google por ter comprado a Double Click, e, assim, formado um quase monopólio dos anúncios online. Por que, então, Taraso resolveu voltar-se contra a pequena Opera? Por que foi ela quem começou esse processo sobre o Internet Explorer, responde ele. Para Taraso, a atitude da Opera é de puro oportunismo e só prejudica o usuário. Em geral, usuários de Windows são racionais e nada apaixonados. É muito diferente da turma que usa Mac ou Linux, que defende com entusiasmo essas plataformas. Mas vejo que isso tem mudado um pouco. Com frequência aparecem comentários neste blog defendendo a Microsoft. É diferente do que acontecia no passado, quando as pessoas só escreviam para xingar Bill Gates e seu "império do mal". E você? Concorda com Taraso? Ou vai lançar uma campanha apoiando a Opera? Clique em Comente e dê seu recado.
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- Maurício Grego
- 22/06/2009 - 11:23
Mistério do Morro começa a ser desvendado
Morro de São Paulo: o codinome do antivírus da Microsoft é referência a essa localidade na ilha de Tinharé, Bahia (foto: Tommyk_421) O Microsoft Security Essentials, antes conhecido como Morro, já está disponível na internet. O novo antivírus da Microsoft será gratuito e deve ganhar um beta público nas próximas semanas. A versão não oficial, que apareceu nesta semana em serviços de troca de arquivos, é a primeira com o nome Microsoft Security Essentials (MSE). Esse deverá ser o nome definitivo do produto, antes conhecido pelo codinome Morro. Esse codinome de desenvolvimento é uma referência à localidade de Morro de São Paulo, no município bahiano de Cairu. A cópia que está circulando na internet é de uma versão para teste interno (pre-release) da Microsoft. Instalei-a num netbook com Windows Vista x64 (há também versões para XP e Vista x86). Não encontrei nada significativamente diferente dos outros antivírus que estão no mercado. Tem os recursos habituais de varredura e proteção em tempo real. Esta última verifica programas que começam a rodar no micro, além de downloads e arquivos anexos a mensagens. Após a instalação, o MSE ficou cerca de 4 minutos baixando atualizações. Em seguida, fez uma varredura geral no micro, que demorou cerca de 8 minutos (configuração: Core 2 Duo T6400, 4 GB de memória, Windows Vista x64, 32 GB de arquivos no HD). O software ocupa cerca de 240 MB de memória e parece não causar grande impacto no desempenho do micro. É uma boa notícia. Naturalmente, não faria muito sentido tentar avaliar a capacidade de detecção, já que se trata de um beta ainda inicial. O MSE parece estar totalmente funcional. Mas os links para ajuda, declaração de privacidade e outros documentos levam a uma página de busca no site da Microsoft. Alguns noticiários na web chegaram a noticiar que o Morro seria totalmente baseado na nuvem, com uma maneira de trabalhar inovadora. Mas não vi nada disso na cópia que instalei. Para mim, parece ser um antivírus normalzinho, que poderá ser uma alternativa aos outros gratuitos que já conhecemos.
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- 18/06/2009 - 12:04
Vai conversar com um chinês? Chame o Tbot
Conversa com o Tbot: as traduções não são perfeitas, mas ajudam O robô da Microsoft faz traduções simultâneas no Windows Live Messenger. Para usar o Tbot, deve-se adicionar o endereço mtbot@hotmail.com como um contato no Windows Live Messenger. Depois, basta incluí-lo numa conversa para ver a tradução simultânea do que é escrito. Isso pode ser muito útil num bate-papo entre pessoas que não falam a mesma língua. O robô aceita 13 idiomas, incluindo o português, e traduz textos para qualquer uma dessas línguas. Ele é configurado por meio de alguns poucos comandos que servem para especificar os idiomas e para parar ou reiniciar a tradução. Enviando código "Tbot ?" pelo Messenger, a lista de comandos é exibida. A idéia é genial. Infelizmente, o software ainda está em fase alfa e tem muitas falhas. Em vários momentos, ao testá-lo, recebi mensagens em árabe sem que eu tivesse configurado o robô para usar esse idioma. As traduções também não são perfeitas, é claro. A trivial frase em francês "Je m'appelle Maurício", por exemplo, virou "Me chama Maurício" em vez de "Eu me chamo Maurício". Mesmo assim, para quem não entende nem uma palavra em coreano ou chinês, por exemplo, um tradutor assim pode viabilizar uma conversa. O Tbot foi inicialmente baseado na tecnologia Windows Live Agents (WLA), que permite criar programas-robôs que interagem com o usuário via Messenger. A Microsoft, porém, anunciou, no final do ano passado, que está descontinuando a WLA. Para manter o Tbot, a equipe responsável pelo software incorporou seu próprio runtime a ele no lugar do Live Agents. Assim nasceu o Tbot 2, a versão atual, ainda em fase alfa. Já o mecanismo de tradução é o mesmo do Microsoft Translator, que, recentemente, passou a ser chamado de Bing Translator.
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- 17/06/2009 - 10:37
Bing deixa Google com medo da Microsoft
Sergei Brin numa conferência: tudo tranquilo, até que o Bing chegou (foto: James Duncan Davidson) Sergei Brin, um dos fundadores do Google, montou uma equipe de emergência para melhorar o buscador. A notícia foi dada ontem pelo New York Post. Segundo o jornal novaiorquino, Sergei Brin ficou tão impressionado com o Bing que está liderando pessoalmente uma equipe encarregada de determinar o que os algoritmos de busca da Microsoft têm que os do Google não têm. O grupo reúne, segundo o jornal, a elite dos engenheiros de software do Google. Brin, que fundou o Google em 1998 com Larry Page, seu colega na universidade de Stanford, não costuma colocar a mão na massa dessa maneira. Em geral, seu papel no Google é estratégico - não operacional. Seu envolvimento direto nessa tarefa dá uma idéia da importância que o Google está dando a ela. O Bing começou a funcionar há duas semanas, substituindo o fraco Live Search. No dia 4, chegou a superar o Yahoo! em audiência global, ficando em segundo lugar entre os sites de busca. Passada a curiosidade inicial pelo novo serviço, porém, ele voltou à terceira posição. Ontem, tinha apenas 2,7% da audiência dos mecanismos de busca, contra 4,9% do Yahoo! e 90,6% do Google. Os números são da empresa americana StatCounter. O Bing trouxe ganho significativo em relação ao velho Live Search. Mesmo assim, a audiência atual do buscador da Microsoft obviamente não representa ameaça ao Google. Mas a estimativa do mercado é que a Microsoft está gastando entre 80 e 100 milhões de dólares em publicidade para divulgar o novo serviço. Isso é quatro vezes o gasto anual em publicidade do Google. Também é certo que a equipe que desenvolveu o Bing continua trabalhando em novos aperfeiçoamentos. E, em muitos países, incluindo o Brasil, o serviço ainda nem funciona completamente. Ou seja, o que vimos, até agora, é só o começo. Considerando isso, Sergei Brin parece ter concluído que o Bing tem potencial - e achou melhor, por via das dúvidas, reforçar o Google.
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- 15/06/2009 - 17:56
Vine é o Twitter para crises da Microsoft
Microsoft Vine: mensagens curtas, no estilo Twitter, para informar sobre emergências O serviço, que está em beta fechado, pretende facilitar a comunicação em situações de calamidade. Quando o furacão Katrina devastou Nova Orleans, em 2005, um fato que chamou a atenção foi a dificuldade que as pessoas tiveram em se comunicar. Cidadãos confusos buscavam notícias sobre familiares. Grupos de resgate não sabiam em que áreas da cidade concentrar suas buscas. E muita gente ficou perdida em meio ao caos. Esse episódio infeliz da história recente dos Estados Unidos inspirou uma equipe da Microsoft a desenvolver o Vine. O serviço, que eu experimentei como participante do beta teste, tem o objetivo de facilitar a comunicação em situações de crise como aquela. O Vine exige a instalação de um programa, que tem certa semelhança com o Windows Live Messenger. Quando ativado, ele assume a forma de um painel de controle. Nesse painel, é possível visualizar os contatos conectados e suas localizações no mapa. Também é possível enviar mensagens curtas, no estilo Twitter, a grupos ou indivíduos pessoas, além de escrever relatórios mais extensos e receber notícias dos contatos. O usuário pode, ainda, indicar um local e visualizar notícias sobre aquela área. A idéia é que uma pessoa que tenha parentes em, digamos, Blumenau, possa saber como estão as coisas por lá durante uma enchente. Infelizmente, na fase atual, o Vine cobre apenas os Estados Unidos. A Microsoft ainda não divulgou quando o serviço será estendido a outros países. Tentei indicar um endereço em São Paulo para fazer parte da rede e recebi uma mensagem de erro: "Cannot locate". Forneci, então, o endereço da Apple, em Cupertino, Califórnia. Funcionou perfeitamente. O usuário do Vine pode enviar mensagens curtas usando quatro modelos pré-configurados: Está tudo bem comigo, Plano a ser seguido, Relatório da situação e Informações gerais. As mensagens recebidas podem ser vistas no próprio Vine e replicadas via e-mail e SMS. O beta inclui alguns endereços de contatos virtuais para teste. Manda-se uma mensagem dizendo "Está tudo bem comigo". Recebe-se outra dizendo "Ok. Mensagem recebida". Isso não tem muita graça, é claro. Mostra que o serviço funciona. Mas é difícil prever se será mesmo útil numa situação de calamidade. Vamos ter de esperar que o Vine entre em funcionamento regular para avaliar.
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- Maurício Grego
- 12/06/2009 - 11:04
Descanse em paz, Microsoft Money!
Microsoft Money: o aplicativo chegou a ter uma edição brasileira no final dos anos 90 Depois de 18 anos, a Microsoft mata seu gerenciador de finanças pessoais. O fim do Money foi anunciado por meio de uma mensagem no site do produto na web. A mensagem diz que o software - chamado Money Plus na versão atual - não será mais vendido depois do dia 30 de junho. Além disso, a mensagem alerta que quem já comprou o Money deve ativar o produto até 31 de janeiro de 2011. "Com bancos, corretoras e sites da web oferecendo uma variedade de opções para gerenciar finanças pessoais, a necessidade que o usuário tem do Money Plus mudou", diz o texto. A Microsoft diz que, depois de 31 de janeiro de 2011, o software vai continuar funcionando. Mas o usuário não poderá mais receber dados financeiros de bancos e outras instituições pela internet. Também não haverá novas atualizações. O Money começou a ser vendido em 1991. Ao longo dos anos 90, disputou ferozmente a liderança do mercado com o Quicken, da Intuit. O aplicativo da Microsoft já teve uma versão em português. Foi vendida no Brasil no final dos anos 90. Mas as versões posteriores não foram localizadas para venda no país. O Money é o terceiro produto de uso pessoal que a Microsoft descontinua neste ano. Antes dele, foram encerrados a enciclopédia Encarta e o antivírus OneCare. Embora a empresa não admita isso, a percepção do mercado é que o fim desses produtos tem o objetivo de melhorar as contas da empresa eliminando áreas não lucrativas.
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- Maurício Grego
- 10/06/2009 - 17:58
Microsoft Store prepara-se para vender Windows 7
Microsoft Store: ainda não há preços, mas as fotos das embalagens do Windows 7 estão lá A loja online da Microsoft já exibe imagens das embalagens do novo sistema operacional. O site americano de venda direta da Microsoft já tem uma página dedicada ao Windows 7. Nela, podem ser vistas imagens das embalagens do sistema operacional, nas edições Home Premium, Professional e Ultimate. Como já acontecia com o Windows Vista, há uma cor diferente para cada edição. Os grafismos que cobrem as caixas do Vista sumiram. Mas o logotipo do Windows ganhou enfeites discretos em forma borboletas, árvores e halos. A Microsoft ainda não divulgou os preços do novo sistema operacional. Recentemente, circulou na internet um memorando interno da rede de lojas Best Buy. Nele, aparecem preços de upgrade de 49,99 dólares para a edição Home Premium e 99,99 dólares para a Professional. O texto também diz que quem comprar um PC com Vista entre 26 de junho e 22 de outubro (quando começará a ser vendido o Windows 7) terá upgrade grátis. Tudo isso deve valer nos Estados Unidos. Ainda não sabemos quais serão os preços e nem as promoções no Brasil. Se você estiver pensando em comprar um novo computador, é melhor esperar. É provável que haja uma oferta de upgrade grátis também aqui.
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- Maurício Grego
- 09/06/2009 - 11:27
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Maurício Grego é redator-chefe da INFO e guru do INFOLAB. Veterano de tecnologia, trabalhou antes como repórter na Folha de S.Paulo
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