SÃO PAULO – As empresas não têm acompanhado o aumento da popularidade das redes sociais online, informa um estudo do Info-Tech Research Group.
De acordo com Darin Stahl, responsável pela pesquisa, 50% das empresas americanas que foram ouvidas barram o acesso a sites como Facebook e MySpace dentro de suas redes, mesmo admitindo que muitos dos funcionários utilizam a internet para acessar páginas que não estão relacionadas com o trabalho.
Entre as justificativas das companhias que vetam o uso das redes sociais aparecem a perda de produtividade, as brechas de segurança e o acesso a conteúdo inadequado ou ilegal. Do outro lado, as empresas que liberam o acesso garantem que é uma boa forma de fazer recrutamento de novos colaboradores, além de apurar as reclamações de seus funcionários.
Recentemente, Google e Microsoft anunciaram interesse em investir pesado no Facebook. Segundo o Info-Tech, o aporte faria todo sentido para ambas as empresas já que é uma oportunidade para integrar serviços de busca e correio eletrônico aos 70 milhões de usuários do Facebook no mundo.
Como conclusão, a Info-Tech diz que o uso de redes sociais nas empresas é um caminho sem volta. A preocupação por parte das corporações não deve ser em barrar ou não o acesso, mas sim em como preparar sua infra-estrutura de redes para receber o aumento considerável na demanda por banda que os sites trarão.
<p><a href="" rel="bookmark" title="INFO Online">Empresas ainda resistem às redes sociais</a>, Bruno Ferrari, da INFO - SÃO PAULO – As empresas não têm acompanhado o aumento da popularidade das redes sociais online, informa um estudo do Info-Tech Research Group.
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