NOVA YORK - Nesta segunda-feira, o Yahoo busca o apoio dos acionistas para sua chapa para o conselho administrativo em meio à batalha com o bilionário Carl Icahn, dizendo que o investidor teve planos mal definidos para o futuro da empresa.
O Yahoo detalhou as razões pelas quais rejeitou a oferta de US$47,5 bilhões da Microsoft e argumentou ter dúvidas sobre as táticas de negociação da empresa para a completa aquisição, conforme apresentação feita para os investidores na Securities and Exchange Commission, nos Estados Unidos
Icahn está concorrendo com uma chapa para substituir o atual conselho, e pediu a demissão do co-fundador e CEO Jerry Yang, antecipando-se à reunião anual dos acionistas, que acontece em 1º de agosto.
Ele tem dito que a companhia deve continuar à venda, apesar de a Microsoft ter dito que não se interessa mais pela completa aquisição.
Icahn não apresenta corretamente a forma como negociamos com a Microsoft”, disse o Yahoo na apresentação aos investidores. “Nosso conselho continua sendo o melhor e mais bem qualificado para maximizar o ganho dos acionistas do Yahoo.”
A empresa usou o mesmo tom nas cartas enviadas aos acionistas na semana passada.
Muitos dos grandes investidores do Yahoo disseram na sexta-feira não estarem certos se vão apoiar Icahn, entre eles Legg Mason Capital Management, terceiro maior acionista institucional da empresa.
No começo do mês o Yahoo rejeitou a proposta alternativa da Microsoft de compra do negócio de busca e de 16% das ações da empresa por US$ 9 bilhões, mais pagamentos anuais por publicidade.
Indo em outra direção, o Yahoo fechou um acordo de não exclusividade com o Google no segmento de publicidade. O Yahoo disse que o acordo proporcionará ganhos de US$ 450 milhões no fluxo de caixa no primeiro ano a abrirá caminho para outras fontes de ganho com eventuais parcerias.
<p><a href="" rel="bookmark" title="INFO Online">Yahoo luta pelo seu conselho de diretores</a>, Reuters - NOVA YORK - Nesta segunda-feira, o Yahoo busca o apoio dos acionistas para sua chapa para o conselho administrativo em meio à batalha com o bilionário Carl Icahn, dizendo que o investidor teve planos mal definidos para o futuro da empresa.
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