TÓQUIO - A Sony, produtora dos consoles de videogame PlayStation e dos computadores Vaio, registrou pequena alta em seu lucro trimestral.
Mas reduziu as projeções devido aos mercados desaquecidos, a quedas no valor de seus investimentos e à força do iene no exterior, que prejudica as vendas.
A maior rival do grupo, Matsushita Electric Industrial, líder entre os fabricantes mundiais de TVs de plasma, se saiu melhor, registrando 22 por cento de avanço em seus lucros trimestrais.
A companhia indicou ainda que superaria suas projeções anuais, mesmo que a desaceleração na economia dos Estados Unidos represente sério risco para ambas as empresas.
A Sony desfrutou de forte demanda de final de ano por suas câmeras digitais CyberShot e câmeras de vídeo Handycam, e conseguiu tirar sua divisão de videogames do vermelho por meio de uma redução nos custos de produção do PlayStation 3 e da elevação das vendas do console.
Mas a empresa reduziu sua projeção de lucro operacional para o ano fiscal que se encerra em 31 de março para 410 bilhões de ienes (3,86 bilhões de dólares), ante 450 bilhões de ienes, mencionando a alta do iene e a queda dos mercados de ações, que reduziu o valor dos investimentos detidos por sua subsidiária de seguros.
A nova projeção fica bem abaixo da estimativa consensual de 446,9 bilhões de ienes de 22 analistas consultados pela Reuters Estimates.
"A divisão de videogames saiu do vermelho, o que é um ponto positivo", disse Takeshi Osawa, administrador sênior de fundos na Norinchukin Zenkyoren Asset Management.
"Mas as perspectivas econômicas são desfavoráveis nos EUA, e isso é causa de preocupação quanto à divisão de bens eletrônicos de consumo. Se comparada à Sony, a Matsushita parece mais sólida e estável", acrescentou.
A Sony projeta margem de lucro operacional de 4,6 por cento para o ano fiscal em curso, abaixo da meta original de cinco por cento. A margem de lucro operacional vinha sendo considerada como o mais visível indicador de sucesso dos esforços de recuperação da empresa comandados pelo presidente-executivo Howard Stringer.
Os pesquisadores injetaram uma substância no animal que brilha todas as vezes que o cérebro entra em atividade. A câmera então capta essa luz e essa imagem forma-se em uma tela.
A equipe pretende agora usar o dispositivo para ver a atividade cerebral quando o camundongo anda.
"Estamos avaliando como aplicar isso nos seres humanos, apesar de termos de ser cuidadosos, já que o processo envolve a implantação de um objeto no cérebro", afirmou Ohta à Reuters. "Isso deve demorar, na melhor das hipóteses, dez anos para acontecer."
Os pesquisadores, que pretendem usar uma câmera para acompanhar a atividade cerebral responsável por provocar sintomas como tremores, esperam que o estudo resulte em novas formas de tratamento para o mal de Parkinson.
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